Política

Sinop destina mais de R$ 2 milhões para saúde e assistência da 1ª parcela enviada pelo governo

A prefeitura informou, há pouco, que recebeu, do governo Bolsonaro, a primeira parcela, de R$ 9.458 milhões, do socorro federal, por conta das consequências da pandemia do Covid que também reduziram consideravelmente a arrecadação das prefeituras devido a desaceleração das atividades comerciais e industriais. O valor total que será repassado chega a R$ 39 milhões. O  secretário municipal de Finanças, Astério Gomes, explicou que a primeira parcela “está sendo contabilizada tecnicamente pela secretaria de Finanças e estará à disposição da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Assistência Social, bem como livre aplicação onde estiver necessidade da máquina pública, uma vez que ele [recurso] vem também para minimizar a queda de arrecadação”. São pouco mais de R$ 2 milhões para a Saúde e a Assistência Social e o restante para aplicação livre, conforme necessidade do município.

Há cerca de 10 dias, o secretário informou ao Só Notícias que a queda na arrecadação em Sinop havia atingido R$ 15 milhões. Hoje, através da assessoria, menciou que “alguns resultados já nos apontam que estamos tendo queda de arrecadação. No ISSQN, no alvará, ITBI, nos repasses do governo estadual (ICMS, IPVA), que chegou até a prorrogar o IPVA. 50% do produto de arrecadação do IPVA são do município e o governo do estado prorrogou”.

A equipe da secretaria de Planejamento, Finanças e Orçamento monitora constantemente o momento econômico da cidade e identificou que, assim como no país, a queda na arrecadação ocorre quase que na totalidade dos municípios.  O secretário afirmou que a administração municipal trabalha com transparência para se manter, mesmo nesse cenário de crise, também o equilíbrio financeiro. “A população tenha tranquilidade de saber que a prefeita Rosana Martinelli tem determinado com muita força e muita vontade que as finanças do município sejam tratadas de forma a não cometer nenhuma irresponsabilidade. A gestão do município depende da saúde financeira e isso tem sido feito de uma forma muito tranquila, equacionando receita e despesa”, concluiu.

Só Notícias (foto: Só Notícias/Guilherme Araujo/arquivo)