O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, hoje, através da pesquisa contínua por amostra de domicílios, informações sobre os rendimentos provenientes de todos os trabalhos e de outras fontes não oriundas do trabalho em Mato Grosso. No ano passado, 66,2% da população residente no Estado possuía algum tipo de rendimento, um aumento de 0,2% em relação a 2024. Porém, ainda ficando abaixo da média Brasil, que foi de 67,2%.
O rendimento médio real mensal de todos os trabalhos habitualmente recebidos da população ocupada em Mato Grosso, em 2025, foi de R$ 3.688, superior ao de 2024, que foi de R$ 3.506.
O Estado apresenta 83,3% de participação do rendimento – habitualmente recebido em todos os trabalhos – na composição do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, perdendo apenas para Roraima nesse quesito.
Além disso, Mato Grosso possui o 2º melhor índice de Gini de rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano, com índice de 0,424, atrás apenas de Santa Catarina (0,406). O índice é uma medida de concentração de uma distribuição de rendimentos, e seu valor varia de zero (perfeita igualdade) até um (desigualdade máxima).
A pesquisa ainda apontou que 17,8% dos domicílios mato-grossenses recebiam rendimento de programas sociais do governo, como o Bolsa Família, abaixo da média nacional (22,7%).
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