O tempo de resposta às chamadas de emergência em Cuiabá e Várzea Grande diminuiu de 25 para 17 minutos desde a reestruturação do serviço de atendimento pré-hospitalar para atuação integrada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros, iniciada em junho do ano passado, informou, hoje, a assessoria do governo do Estado. O número de atendimentos prestados à população nessas duas cidades aumentou de 5,57 mil, no primeiro trimestre do ano passado, para 8,6 mil, no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 55%.
O secretário estadual de Saúde, Juliano Melo, afirmou, através de assessoria, que há um planejamento de expansão do Samu com previsão de ampliação das unidades para ano que vem. “Não há extinção do Samu. A estratégia do Estado é de usar os recursos que tem e escolher o melhor caminho, que entregue o melhor resultado. Inclusive nós fizemos uma proposta de mais 28 unidades de Samu municipais. Nós vamos juntar força sim e fazer essa abrangência até atingir os 100% de cobertura. Nós só temos a ganhar com esse processo”, afirmou.
O secretário também informou que o custo do Samu mantido pelo Estado na baixada cuiabana gira em torno de R$ 5 milhões e que o valor repassado pelo Governo Federal para esse serviço é de, em média, R$ 500 mil.
Após a cooperação entre Samu e Bombeiros, houve ampliação da cobertura, integração operacional e melhoria dos indicadores assistenciais. O número de equipes ativas aumentou de 64 para 89 no Estado, alta de 39%. A previsão para 2027 é de Mato Grosso ter 115 equipes ativas, uma alta de 29%, e o atendimento pré-hospitalar estar presente em 63 municípios.
De acordo com a assessoria, com a regulação integrada entre as instituições, a cobertura do serviço de atendimento pré-hospitalar móvel em todo o Estado passou de 1,2 milhão para cerca de 1,6 milhão de pessoas.
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