quarta-feira, 28/fevereiro/2024
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Quinto ciclo

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Talvez haja alguma inconveniência em trazer para a imprensa generalista um assunto do mundo universitário. Mas, em termos científicos as universidades deveriam funcionar como cadinhos especiais, onde os problemas deveriam ser cozidos provocativamente. Para essas coisas, as universidades têm de reservar enzimas poderosas de especificidade laboratorial, e grande poder catalítico sociológico. Essa é uma idéia que me anima a criticar, com respeito.
Ontem à noite, o Vº CICLO DE PALESTRAS, na Unemat, exibiu um palestrante, estilo lero-lero, aquele que fala bonitinho, todo mundo ri e bate palmas, mas ninguém sabe o que o falante está dizendo.
Merece elogios: bem vestido, exibiu boa movimentação, voz boa e palavras bem pronunciadas. É um palestrante que parece conhecer a língua portuguesa. Mas foi só.

Deixou como principal marca a sua prolixidade, a confusão, o caos, para quem realmente prestou atenção. Negativo, apocalíptico, desastroso, frases como O Mato Grosso vai afundar ao falar de sustentabilidade, dão mostra do quão democrático é o mundo acadêmico, que não é capaz de isolar um membro tão exótico como esse.

Em nenhum momento, nem de longe, sequer tergiversou o assunto proposto. Verborrágico, brandiu um discurso ideologicamente horrível, que deixou clara para quem soube entender, a ligação incestuosa que existe entre um socialismo do tipo jacobino mais arcaico possível e o ambientalismo de massas.
Parlapatice.

Emerson Ribeiro é acadêmico da Faculdade de Administração de Empresas da UNEMAT.

 

 

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