Opinião

Produzir é nossa vocação

Ao analisar a história das últimas três décadas, encontramos elementos de consistência tão sólida do ponto de vista institucional que nos permite, pautados na razão, desbancar, qualquer argumentação fajuta das ONG’s delinqüentes subservientes ao poder econômico de grupos vampirescos, piratas de outros mares.
Vamos aos pormenores, quem não lembra do PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO NACIONAL (PIN) dos anos 70, instituido pelo poder maior da Nação brasileira da época, quando houvera um chamamento, quase que um aliciamento, de sulistas e nordestinos à ocupação da Amazônia, sob o apelo integrar para não entregar, é bom lembrar que o Governo era Militar, governou estrategicamente com visão de longo prazo, antevendo os desdobramentos.

Os atores desta recente história, atendendo a esta quase determinação governamental, impregnados de expectativas, inclusive a de conclusão da BR 163, não se curvaram diante dos desafios, fizeram brotar cidades do meio do nada, produziram e continuam produzindo milhões de toneladas de alimentos, deram o mais nobre destino às áreas que ocuparam, gerar aquilo que é essencial a vida humana e animal, o alimento que anula a fome, mesmo assim, há quem resista em reconhecer os benefícios sócio-econômicos proporcionados por esta odisséia.

Do ponto de vista ambiental, não conhecemos em qualquer parte do planeta, práticas de produção conservacionistas quanto as que aqui são praticadas, portanto, a verdade é inalterável, aos que estão a desserviço da Nação Brasileira, haveremos de cortejá-los com o desprezo e um combate verdadeiramente contundente.
Nosso País, tem comando, tem rumo, tem soberania e, tem um povo que sabe o que quer e que não aceita a ingerência dos alheios aos nossos anseios, interesses e problemas.
Não esqueçam, o mérito das conquistas são intransferíveis, vamos a luta, Brasil acima de tudo!

Jorge Antonio Baldo é presidente do Comitê Pró-Construção da BR-163 (Sorriso-MT)