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Serys coloca sigilos bancário, fiscal e telefônico à disposição da CPI Sanguessugas

A senadora Serys Slhessarenko (PT) divulgou, nota, agora há pouco, rebatendo com veemência citações envolvendo seu nome na CPMI dos Sanguessugas. Serys diz que não tem conhecimento de supostas acusações contra ela. Eis a íntegra da nota:

“É muito difícil se defender sem saber o quê foi dito nas acusações ontem, por ocasião dos interrogatórios conduzidos pela CPMI/SANGUESSUGAS em Cuiabá-MT, quando vazaram (de viseira baixa) acusações contra mim, não dando conta, entretanto, do seu conteúdo, ainda que por indícios mediúnicos com miniatura mínima. Acusações covardes, porque não pude e nem posso me defender sem conhecê-las. Sórdidas, porque feitas em Mato Grosso, onde disputo as próximas eleições que se avizinham para Governo do Estado, comandado pelo PPS, que tenta a reeleição. E, sobretudo, estranhas – porque ao que me foi dado saber, pessoalmente, por dois dos integrantes da CPI que lá estiveram – as propaladas acusações, simplesmente, não existiram. Renovo, como já o fiz quando apus minha assinatura no requerimento de criação da referida CPMI/SANGUESSUGAS, que, no palco político, as investigações tem de ser públicas. Assim como também reitero, às autoridades, o mais amplo e irrestrito acesso aos meus sigilos, bancário, fiscal, telefônico, extensivo aos meus familiares e integrantes do gabinete que comando no Senado Federal. Se para extirpar o cancro pútrido que desde sempre, na história deste País, corroeu as Instituições; que se o drene à exaustão, ainda que o preço seja lançado por aqueles que, definitivamente, nada tem haver com o furdunço. Pago-o com a minha dor e indignação, convicta, entretanto, que a serena verdade, cedo ou tarde, vencerá”