
Atualmente, a secretaria dispõe de 890 veículos próprios, de diversas marcas e modelos. No período de 2015 a 2018, foram incorporados à frota própria 5 veículos Auto Bomba Tanque e uma caminhonete L200 para o Corpo de Bombeiros, 15 veículos para a Politec, sendo 5 rabecões, 8 Pajeros e uma van, além de três L200 para a Polícia Militar e de 134 veículos acautelados – disponibilizados para uso pelo Poder Judiciário.
“Com estes novos contratos da nossa frota de veículos, buscamos atender o princípio da eficiência, oferecendo às forças de segurança veículos novos e seguros, adaptados às exigências da atividade policial com o menor custo possível. Desta forma, estamos garantindo que os próximos gestores tenham condições de desenvolverem seus planos operacionais em condições oportunas”, explicou o secretário de Segurança Pública, Gustavo Garcia.
Os valores foram economizados, pois a licitação foi feita diretamente pela Sesp atendendo as especificações que os policiais solicitaram. Antes, a Sesp fazia adesão a ata de registro de preços da Secretaria de Estado de Gestão (Seges). “Com esta mudança foi possível contratar locação de veículos com especificação técnica superior ao que temos hoje, atendendo as peculiaridades de segurança pública por menor preço”, destacou a secretária adjunta de Administração Sistêmica da secretaria, Marilyn Rondon.
Com o estabelecimento de algumas travas no sistema de gestão de abastecimento de veículos das forças de segurança, a secretaria prevê economia de R$ 1 milhão até o fim do ano. Essas travas foram implantadas em 2017, estabelecendo alguns critérios como: tempo mínimo entre os abastecimentos, faixa de preço de combustível nos municípios, tipo de combustível (se álcool estiver mais vantajoso) e a média de consumo por combustível.
Também houve redução nos gastos com passagens áreas pela Sesp. Em 2015, foram utilizados R$ 250,6 mil, contudo, em 2016, com o decreto 675/2016 vedando a despesa com capacitação dos servidores públicos, houve uma redução nos gastos com passagens aéreas. Em 2017, foram gastos R$ 171,9 mil e, neste ano, R$ 112,6 mil.
“Por meio de alguns ajustes, que possibilitaram uma redução dos custos administrativos da máquina, houve a possibilidade de alocarmos recursos nas atividades finalísticas, possibilitando a redução dos índices de criminalidade”, assegurou o secretário.


