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Exportações de Mato Grosso cresceram mais que a média nacional

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Mato Grosso apresentou um crescimento de 37,30% na balança comercial, de janeiro a novembro de 2005. A média do Brasil foi de 34,%. As exportações do mês de novembro somaram US$ 299,31 milhões, acumulando um montante no período de janeiro a novembro de US$ 3,86 bilhões, contra 2,90 bilhões no mesmo período de 2004, assinalando um crescimento de 33%.

De acordo com Emerson Moura, técnico do Centro Internacional de Negócios da
Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), o Estado se consolida entre os dez maiores estados exportadores, ocupando a décima colocação representando 3,60% dos 107,41 bilhões exportados pelo Brasil.

“Entre os Blocos econômicos a União Européia se destaca como sendo o maior destino das nossas mercadorias com um montante de US$ 1,55 bilhões, participação de 6,90%. Os principais países destino na União Européia são Holanda, Itália, Alemanha, Espanha e França. A Itália e a França são os dois países em destaque no crescimento no período de 140% e 109% respectivamente, os principais produtos exportados são soja em grãos, farelo de soja, madeira, couro e carne bovina”, disse o analista.

A Ásia se destaca como sendo o bloco com maior crescimento nas exportações do Estado. Mato Grosso teve um crescimento no envio de mercadorias par este bloco de 63% em comparação ao ano passado, com um montante de 1,46 bilhões, tendo como principal país a China com um crescimento de 78% ao mesmo período do ano passado, se destacando como sendo o principal país de destino das nossas mercadorias representando 18% das exportações de 2005. Os principais produtos exportados para este país são: soja, algodão, óleo de soja e madeira.

Destacam-se no crescimento de países compradores de produtos de Mato Grosso a Turquia 2.927,85% (Óleo de soja, madeira serrada, couro, algodão), Argélia 864,21% ( óleo de soja e carne bovina), Marrocos 320,64% ( óleo de soja, soja em grãos, portas e objetos de madeiras, farelo de soja e algodão), Tailândia 293,13% (óleo de soja, algodão, couro e madeira), Russia 263,36% ( carne bovina, óleo de soja, carne suína, carne de frango, açúcar, soja em grão), Coréia 190% (algodão, carne suína e milho), Dinamarca 163,38% ( farelo de soja, madeira compensada, carne bovina, madeira serrada). Os mercados tradicionais continuam sendo os principais destinos dos produtos de Mato Grosso, por outro lado os dados acima mostram que a tendência é à procura da diversificação dos mercados em busca de melhores preços, pois o cenário atual do comércio internacional com o dólar em queda e alguns setores do estado em crise a alternativa mais viável é o incremento das exportações a novos mercados.

Na pauta de exportação o carro chefe continua sendo o complexo soja representando 79,77% das exportações do estado, com um montante de US$ 3,08 bilhões, sendo que o soja em grãos representa 52,48% deste valor com US$ 8,64 bilhões, tendo um crescimento de 55,83% ao ano passado.

O complexo carne é um dos setores que mais cresceu nas exportações com uma participação de 68,87%, tendo como destaque a carne suína com 216,50%. A carne bovina vem em segundo em crescimento, no entanto continua sendo o carro chefe deste setor com um crescimento de 70,44%, refletindo o crescimento já previsto em conseqüência ao embargo das exportações do MS. A carne de frango também teve um crescimento importante na pauta de 53,%. O complexo carne apresenta desempenho favorável justamente pela busca e abertura de novos mercados como Ásia e Oriente Médio.

O Algodão teve um crescimento modesto de 4% com relação a outros setores, mais muito importante no montante exportado US$ 243,20 milhões, o algodão é outro produto que vem ganhando o mercado internacional por ser considerado um dos melhores do mundo. O setor de couro na sua forma básica wet blue exportou US$ 27,97 milhões, representando um crescimento de 146% com relação ao ano passado que exportou US$ 11,35 milhões.

Setores em crescimento que antes não figuravam na pauta de exportação é o de minerais (diamantes e ouro) exportou US$ 3,43 milhões e produtos alimentícios com um montante de US$ 7,45 milhões.

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