
"Os desafios são muitos, principalmente em momentos de crise nas instituições, crises orçamentárias, investidas contra o Direito do Trabalho, a Justiça do Trabalho e Ministério Público. Nós, do Ministério Público do Trabalho, somos os guardiões da ordem jurídica trabalhista. Estamos na linha de frente dessa defesa. O ideal é usar essa adrenalina gerada pela crise como mecanismo de transformação, evolução".
Assume como procurador-chefe substituto Rafael Mondego Figueiredo, em Cuiabá desde agosto de 2016, e como procuradora-chefe eventual Thaylise Campos Coleta de Souza Zaffani. O resultado da eleição consta na Portaria nº 7, de 12 de janeiro, da Procuradoria Geral do Trabalho.
Trentin é natural de Bauru e tem 31 anos. Formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Bauru, Instituição Toledo de Ensino, em 2008. Atuou como advogado por cerca de quatro anos e ingressou na carreira de procurador do Trabalho após ser aprovado no 18º concurso do MPT, em 2014.
Foi lotado, inicialmente, na Procuradoria do Trabalho no Município (PTM) de Alta Floresta, a qual, até o ano passado, coordenava. "Alta Floresta foi minha lotação inicial. Temas como meio ambiente do trabalho em frigoríficos, cerâmicas, construção de usinas hidrelétricas, o grande impacto social das usinas hidrelétricas na região, o combate ao trabalho escravo em propriedades rurais, fizeram com que minha experiência inicial na carreira fosse bem intensa. Isso foi ótimo. A experiência dessa atuação para a chefia é o conhecimento das demandas no interior do estado".


