
Na sequência, aparecem os problemas com telefonia celular que representam 14,32%, reclamação ou denúncia por publicidade enganosa, recusa injustificada em prestar serviço, cobrança indevida e dúvida sobre cobrança. Os aparelhos celulares ficam em terceiro, com 6,43% das queixas feitas pelos consumidores. Entre as demandas estão garantia, demora na entrega do produto, venda enganosa, desistência de compra e produtos com vício.
Ainda segundo o levantamento do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, houve redução significativa nos atendimentos na unidade de 46.9%. Em 2016, foram 3.061 que procuraram o órgão. Já no ano passado, os atendimentos não passaram de 1.623.


