PUBLICIDADE

Deputados derrubam veto do governo sobre a RGA do Judiciário em Mato Grosso

PUBLICIDADE

Os deputados estaduais derrubaram o veto do governo sobre a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores do Poder Judiciário, esta noite. Foram 16 votos a favor. "A derrubada demonstra coerência, esta matéria já havia sido apreciada pelo legislativo uma votação unânime e favorável mantivemos a matéria e o TJ por sua autonomia poderá remunerar o RGA aos seus servidores. É um direito constitucional, está acontecendo uma celeuma toda porque o Executivo não tem disponibilidade em caixa. Mas o próprio governador reconhece o direito do servidor ter a RGA", disse o presidente do parlamento, Guilherme Maluf (PSDB).

A votação gerou uma intensa discussão entre os deputados Wilson Santos (PSDB) e o único deputado de oposição, Emanuel Pinheiro (PMDB), que queria travar a votação dos vetos para forçar os deputados da base governista a não derrubarem o veto sobre o pagamento integral da RGA. Mas por 8 a 7, os parlamentares rejeitaram a proposta.

A derrubada do veto do judiciário garante que a RGA será incluído na folha no dia 30 de maio. 
Foram colocadas em pauta para votação 20 vetos, 13 foram votados e 7 tiveram serão apreciados somente na próxima semana.

Os servidores do judiciário acompanharam a votação. Já o funcionalismo do Estado, criticaram por meio de vaias a derrubada do veto do deputado Emanuel Pinheiro.

Tribunal de Justiça já esperava resultado – O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Paulo da Cunha, já esperava que o resultado a favor da derrubada do veto. Ele comentou que a lei aprovada em abril deste ano está em conformidade com a Constituição. "Tenho total confiança no Parlamento de que o veto será derrubado, disse o desembargador.

Veto do Executivo – O veto foi publicado em Diário Oficial na última sexta-feira (20)  foi assinado pelo vice-governador, Carlos Fávaro (PSD), que estava como governador interino, enquanto o titular, Pedro Taques (PSDB) cumpria agenda nos Estados Unidos.

A justificativa para o veto, conforme publicação, “foi a ausência de interesse público e o um pacto contra a crise, de modo que o esforço deve ser suportado não só pelos servidores do Poder Executivo, pois apenas com o trabalho em conjunto pode ser superada a crise financeira que atinge todo o país".

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Começam inscrições de advogadas para lista tríplice de juíza no TRE Mato Grosso

As presidentes do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso...

Projeto que aumenta teto de faturamento dos MEIs será encaminhado à Câmara

O governo federal se comprometeu a enviar, nesta quarta-feira...
PUBLICIDADE