
Segundo ele, depois desse episódio, o corpo clínico vai dar ao governo do Estado prazo de 30 dias para regularizar as pendências salariais ou o hospital vai ter as atividades 100% paralisadas. “E, enquanto não pagarem, nós vamos continuar em greve parcial, atendendo somente urgência e emergência”, garantiu.
O médico relata que, além dos quatro meses de salários atrasados, o hospital passa por outros problemas, como falta de medicamentos, gás e outros suprimentos. Cirurgias eletivas continuam suspensas. São cerca de 40 médicos em Colíder que estão sem receber. O hospital atende pacientes de 11 municípios da região em sistema de consórcio. O hospital está sob intervenção do Estado.
Não foi informado quando o governo pretende quitar os salários atrasados e o montante do débito.


