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Sorriso: vereador crítica morosidade no processo de entrega das casas populares do residencial Mario Raiter

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O vereador Bruno Delgado (PMB) disse, em entrevista, ao Só Notícias, que está faltado celeridade no processo de entrega das 1.272 casas populares construídas no residencial Mário Raiter. A lista dos com os nomes dos selecionados foi divulgada em dezembro passado. No entanto, até o momento, não ocorreu a contemplação. “Nós estamos cobrando um pouco mais de clareza da administração, pedindo que alguém esclareça como quando as casas serão entregues. Já estivemos no local e o responsável pela obra confirmou que as casas estão prontas. Só falta o banco recebê-las e repassá-las para as pessoas. Está faltando informação de como esta ocorrendo o processo”, cobrou Delgado.

De acordo com o coordenador do Departamento de Habitação, Elídio Farina, o processo está  seguindo todos os tramites legais e a morosidade é devido a falta de suplentes e analise de irregularidades dos contemplados. “Estamos  buscando os suplentes. O Banco do Brasil está um pouco lendo na questão da devolução dos nomes dos suplentes. Em janeiro, houve denúncias de irregularidades. Abrimos um espaço de 30 dias para o Conselho de Habitação receber denúncias e outros 30 para apura-las. Algumas pessoas que estavam na lista, também estava na lista de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Devido a isso, foi necessária uma varredura em todos os nomes divulgados”.

Farina explicou que, na próxima quinta-feira, engenheiros do Banco do Brasil devem iniciar as vistorias rias nas casas. “Após isso, será feito o sorteio da quadra, lote e número da casa. Não é uma coisa feita de uma hora para outra. Após o sorteio,  o banco é quem vai fazer o chamamento para assinatura dos contratos. Esse processo depende apenas do banco e nós não sabemos como eles devem fazer”.

Conforme Só Notícias já informou, as 1.272 casas que foram construídas pelo governo do Estado com município e um banco. O investimento total no conjunto habitacional girou em torno de R$ 83 milhões. O governo federal, através de um banco, entrou com a maior parte.

O governo do Estado destinou cerca de R$ 5,6 milhões e a prefeitura com cerca de R$ 10 milhões, informa a assessoria. Não foi confirmado o valor da parcela mensal que cada família pagará. O residencial foi destinado para pessoas cuja renda familiar é de até R$ 1,6 mil mensais.

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