
Os supostos gastos ilícitos seriam relacionados a R$ 1.805 com os Correios e R$ 630, com uma agência de publicidade, já que não teriam sido apresentadas notas fiscais. Falhas que o vereador garantiu ter corrigido apresentando as documentações necessárias, resultando na aprovação das contas, inicialmente desaprovadas. “A mera ausência de documento na prestação não é suficiente para se afirmar que a despesa seja ilícita", afirmou o juiz do TRE ao conceder a liminar.
Na semana passada, o TRE publicou acórdão negando recurso ao MPE e mantendo aprovadas as contas de campanha. Foi apontado que a irregularidade acabou sendo considerada sanada ainda na primeira instância, em juízo de retratação.
Hilton declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter arrecadado pouco mais de R$ 23,3 mil nas eleições, a partir de doações do comitê financeiro, dele mesmo e demais pessoas físicas. Todo o valor foi gasto com despesas de pessoal, publicidade, entre outros. Ele foi eleito com 983 votos.


