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Presidente do TRE rechaça insinuação sobre julgamento veiculada por jornal 

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“O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso já deu provas inequívocas de sua seriedade e independência, tanto no passado quanto no presente. Portanto, a história do TRE/MT é suficiente para desqualificar quaisquer insinuações, com a que o jornal eletrônico “O Documento” nos tenta impingir”. Esta é a resposta do presidente do Tribunal, desembargador Paulo Inácio Dias Lessa, a respeito de notícia veiculada pelo site jornalístico na manhã desta quinta-feira (04/08, às 9h34). No período da tarde o jornal excluiu o texto de sua página na internet.

O jornal levanta suspeição em torno do julgamento de processo relativo a pedido de cassação do prefeito de Chapada dos Guimarães, em curso no TRE. Iniciado na terça-feira passada (02/08) e suspenso em razão de pedido de vistas, o julgamento será reiniciado na sessão do dia 09/08 (terça-feira). O parecer do Ministério Público Eleitoral foi pela cassação, assim como o voto do juiz relator. O prefeito é acusado de compra de votos.

Para Lessa, a notícia é descabida e não passa de tentativa ignóbil visando colocar em suspeição a decisão que o Tribunal tomará no caso. “Se o prefeito for cassado, dirão que o TRE atendeu a um lado; se não for cassado, teria atendido a outro. Infelizmente, os julgadores estão sujeitos a isso, pois sempre desagradarão a uma parte. O que importa, verdadeiramente, é que o TRE julgará com lisura e transparência, este e todos os casos”, garantiu Lessa.

“Neste mesmo ano a Justiça Eleitoral de Mato Grosso já cassou vários políticos acusados de fraudar as eleições. Em passado recente, este mesmo Tribunal cassou um deputado federal pelo mesmo motivo”, citou o desembargador, frisando que os julgamentos sempre levam em consideração as provas contidas nos processos.

Lessa observou ainda que o jornal “O Documento” veiculou as informações sem indicar a origem das informações, usando de subterfúgios desprezíveis, como a menção de supostas fontes anônimas. “Essa notícia não passa de jornalismo barato e medíocre, praticado por quem se sujeita a prestar serviços repugnantes, pois com certeza está a soldo de outrem, jamais em nome ou em busca da verdade”, concluiu.

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