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Presidente do Conselho de Ética acha grampo em seu escritório de SP

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O presidente do Conselho de Ética da Câmara, o deputado Ricardo Izar (PTB-SP), disse à Folha Online nesta quarta-feira que encontrou um grampo em seu escritório na capital paulista. O parlamentar diz que já pediu providências para a Polícia Federal e a Polícia da Câmara dos Deputados.

Nesta semana, o deputado Antonio Carlos de Magalhães Neto (PFL-BA) afirmou que foi grampeado e acusou a Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

Segundo Izar, foi um amigo quem acusou a suspeita de grampeamento da linha telefônica. Durante uma conversa no final de semana, o amigo suspeitou de um ruídos durante a conversa e recomendou que o parlamentar investigasse um possível “grampo”. No mesmo final de semana, Izar chamou um técnico, que realmente detectou um grampo, considerado até “rudimentar, tosco mesmo”.

Izar afirmou que na segunda-feira procurou a superintendência da Polícia Federal em São Paulo para pedir providências e verificar outros grampos em seu escritório, em sua residência e no seu número de telefone celular na capital. Em Brasília, o parlamentar pediu auxílio à Polícia da Câmara, que deve averiguar os telefones de seus gabinetes e em seu apartamento funcional.

O deputado não citou possíveis suspeitos do grampo e descartou que uma ação da Abin tal como acusado por ACM Neto. “Imagina, a Abin não está envolvida nessas coisas. A agência está acima disso”, afirmou.

O parlamentar admitiu o “monitoramento” é, certamente, uma “maneira de pressão”, mas que não se sentiu perturbado com o caso. “Hoje, está todo mundo sendo grampeado, não é?”, afirmou.

Hoje, o Conselho de Ética, presidido por Izar, está às voltas com uma dezena de processos por quebra de decoro contra parlamentares, o que tem dominado as manchetes dos jornais nas últimas semanas.

Abin

A assessoria da Abin afirmou nesta quarta-feira que o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Jorge Félix, enviou um ofício ao presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PC do B-SP) com uma solicitação de mais informações a respeito do caso de ACM Neto. O ofício foi enviado com cópia para o próprio parlamentar.

Ainda de acordo com a assessoria da agência, “certamente” o ministro Félix deve determinar a instauração de um inquérito para investigar a veracidade das acusações do parlamentar pefelista.

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