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PR espera indicar Nadaf para a Casa Civil e manter 2 nomes

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O Partido da República discutiu, por mais de 4 horas, sua participação no primeiro escalão do governo Silval Barbosa e o seu peso político por reunir ter 6 deputados estaduais (maior bancada) e no Congresso Nacional, com um senador e um deputado federal em apoio ao governo Silval Barbosa (PMDB). Foi feita lista e entregue ontem pelos deputados Wellington Fagundes, presidente do PR, e pelo 1º secretário da Assembleia Mauro Savi, que a partir de agora serão os interlocutores do partido junto ao governo do Estado, preservando o senador Blairo Maggi, virtual candidato à sucessão de Silval em 2014, de possíveis desgastes.

O partido espera poder indicar -e até mesmo indiretamente atender pedidos do próprio Silval- Pedro Nadaf para a Casa Civil, além de manter César Zilio na Administração. Também estaria na quota apresentada Ananias Filho, atual prefeito de Rondonópolis, para a Secretaria de Esporte e Lazer, ficando ainda por definir os ocupantes da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia, atualmente da titularidade de Pedro Nadaf, e a permanência ou não de Arnaldo Alves de Souza na Secretaria de Transportes e Pavimentação Urbana (Setpu). Arnaldo, que foi recém operado com a implantação de oito stents no coração, pode então retornar à Secretaria de Planejamento hoje ocupada por José Botelho do Prado e que teria uma atividade menos estressante que a Pasta de Planejamento e Coordenação, da qual já foi secretário adjunto e titular nos governos Blairo e Silval.

Neste caso, o Planejamento passaria à quota do PR que abriria mão então da Indústria e Comércio. “Não queremos encostar a faca no pescoço do governador e sim participar e poder devolver a atual administração para a tranquilidade necessária e a condição de um governo realizador”, disse um dos líderes do PR, considerando que a agremiação vai exigir não apenas os cargos, mas condições de trabalho e a execução de metas a serem cumpridas.

Cauteloso em sua participação, o PR entende que a candidatura de Blairo à sucessão em 2014 ganharia fôlego de sobra caso o governo Silval Barbosa fechasse sua gestão com um sucesso retumbante por causa das obras da Copa do Mundo e dos programas que estão saindo do papel e que podem ser executados, como o MT Integrado que pavimentará o acesso de todas as 141 cidades de Mato Grosso à capital, Cuiabá, e a execução de centenas de pontes de concreto em várias regiões.

Nos últimos meses, a Assembleia Legislativa com os votos do PR que sempre se posicionou favorável ao governador em algumas votações mais fiel até que o próprio PMDB, aprovou mais de R$ 3 bilhões em novos empréstimos para Mato Grosso contratar dentro de sua capacidade de endividamento.

(Atualizada às 09:58h)

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