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Pagamento de contas em dia permite economia de até quatro vezes, afirma governador

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Só Notícias/Marco Stamm (foto: Tchelo Figueiredo/arquivo)

O governador Mauro Mendes (DEM) admitiu que o Governo do Estado ainda tem restos a pagar dos anos de 2017 e 2018 quando Mato Grosso era governado por Pedro Taques e disse que “está tentando resolver isso”, mas ressaltou que a prioridade é pagar os fornecedores atuais para manter o Estado em funcionamento. Segundo Mendes, o governo não tem pendência com fornecedores atuais, seja locadoras de viaturas ou postos de combustível, servidores públicos, que não têm mais salários atrasados e recebem o 13º na data programada, ou repasses para a Saúde, todos casos problemáticos em anos anteriores.

“Os pagamentos mensais da nossa gestão estão em ordem, mas estamos tentando colocar em dia o que foi usado em 2017 e 2018. Algumas ordens de pagamentos da outra gestão têm problemas técnicos e estamos tentando resolver isso, que são restos a pagar do governo passado [Pedro Taques]. Agora temos que priorizar o hoje, pois o fornecedor quer receber”, afirmou Mendes esta manhã em entrevista à rádio Mega FM, em Cuiabá.

O governador fez um autoelogio ao seu governo classificando-o como “bom pagador”. Como reflexo, Mauro Mendes citou o barateamento dos serviços, possível, segundo ele, pela credibilidade adquirida pelo Estado.

“Nós estamos recebendo [serviços] até quatro vezes mais baratos. Quem é bom pagador, recebe bons trabalhos e até mais baratos. Estamos bem falado porque pagamos em dia. O fornecedor faz a obra e a entrega com qualidade. E nós pagamos em dia”, disse referindo-se, principalmente, aos trabalhos executados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra).

Os números exatos da economia e da situação financeira de Mato Grosso no ano passado serão entregues hoje ao Tribunal de Contas do Estado. Trata-se do Relatório Técnico Conclusivo das Contas elaborado pela Controladoria-Geral do Estado (CGE). O evento no TCE terá participação de Mauro Mendes, do comandante da CGE, Émerson Hideki, e dos secretários da Casa Civil, Mauro Carvalho, e de Fazenda, Rogério Gallo.

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