PUBLICIDADE

Justiça pede que Ministérios Públicos se manifestem sobre o VLT

PUBLICIDADE

O juiz federal Ciro Arapiraca deu prazo de 10 dias para que os Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MP) respondam as manifestações apresentadas pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e pelo Consórcio VLT depois que os órgãos ministeriais se posicionaram contra a minuta de acordo para a retomada das obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos. No despacho, proferido nesta sexta-feira (30), o magistrado decidiu não se manifestar sobre o pedido do governo e das empresas, da marcação de uma nova audiência de conciliação para tratar do caso.

Conforme a decisão, MPF e MP têm, cada um, cinco dias para responderem as alegações do Estado e do Consórcio VLT, que afirmaram serem inconsistentes os fundamentos adotados no posicionamento contrário ao acordo. Outra possibilidade dada por Arapiraca é que os MPs apresentem, junto com o Estado, proposta de acordo que atenda aos interesses das partes e da coletividade. Neste prazo, permanecerá vá- lida a suspensão da validade do contrato, conforme decisão proferida anteriormente pelo juiz.

No despacho, o magistrado afirmou não ser possível, por conta das divergências entre os MPs e o Estado, que figuram no mesmo polo da ação, homologar o acordo elaborado pela PGE em conjunto com o Consórcio VLT. Desta forma, Arapiraca entende ser fundamental buscar uma nova tentativa de acordo entre estas partes, para que ele possa passar a analisar a minuta do acordo. “Não se olvide que, diante da grandeza e importância social do empreendimento em apreço, tornasse coerente instar as partes a promover novas tratativas tendentes a elucidar as controvérsias declaradas nos autos, mormente para que os Autores ajustem-se em proposta uníssona, a fim de permitir o deslinde das controvérsias referidas nos documentos em análise, de modo a viabilizar uma composição amigável, satisfatória e de acordo com os preceitos legais”.

O governo do Estado e Consórcio VLT anunciaram, no final de abril deste ano, a elaboração de uma minuta de acordo que possibilitaria a retomada das obras. Ficou acertado que o Estado pagaria mais R$ 922 milhões e que as empresas concluiriam as obras em até 24 meses, tanto da linha que vai de Várzea Grande ao CPA, quanto do ramal ligando o centro da Capital ao Coxipó. No entanto, os MPs, ao analisarem o documento, se manifestaram contra a homologação do acordo, alegando a existência de inconsistências no cálculo dos valores.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Começam inscrições de advogadas para lista tríplice de juíza no TRE Mato Grosso

As presidentes do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso...

Projeto que aumenta teto de faturamento dos MEIs será encaminhado à Câmara

O governo federal se comprometeu a enviar, nesta quarta-feira...
PUBLICIDADE