
O processo foi protocolado pela procuradora da República Vanessa Zago, do Ministério Público Federal (MPF) no dia 2 de agosto. Vinte dias depois, o ex-governador apresentou sua defesa prévia por meio dos advogados Délio Fortes Lins e Silva, Délio Fortes Lins e Silva Júnior e Larissa Lopes Bezerra.
Além de Silval Barbosa, também devem ser ouvidas nesta tarde as testemunhas de acusação, arroladas pelo MPF. Os nomes não foram divulgados. Na ação original, são réus o ex-secretário de Estado da Casa Civil Eder Moraes e os irmãos advogados Alex e Kleber Tocantins.
Conforme a denúncia, a organização criminosa, por meio de um sistema financeiro paralelo, movimentou cifras milionárias para diversos fins, como pagamento de propinas a servidores públicos, financiar campanhas eleitorais com caixa dois, entre outras fraudes e lavagem de dinheiro.
Ainda na Ararath, Eder Moraes já foi denunciado por ter atuado como instituição financeira sem autorização do Banco Central, em uma espécie de agiotagem, juntamente com o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça, por meio da Globo Fomento, que virou alvo da operação da Polícia Federal após receber uma transferência de R$ 5,2 milhões dos irmãos Tocantins para manter ativo o esquema financeiro clandestino.


