
“Gilmar estava religando a energia do imóvel e foi surpreendido pelos disparos. As investigações apontam que ele havia cumprido uma determinação de corte da energia pela manhã. No período da tarde, ele voltou para religar e acabou sendo vitimado. Ontem, encontramos uma espingarda possivelmente utilizada pelo acusado para cometer o crime. Ela será encaminhada para perícia analisar se realmente foi utilizada no crime”.
Ainda de acordo com o investigador, é negociada a apresentação espontânea do acusado. “Estamos mantendo contato com à família. Porém, não há expectativa que ele se entregue espontaneamente para esclarecer a motivação e responder criminalmente pelo assassinato”.
O corpo do eletricista foi velado na câmara de vereadores e foi sepultado no cemitério de Paranaíta, ontem à tarde. Gilmar era casado e tinha um filho.
A companhia elétrica informou, ao Só Notícias, que está de luto em memória do colaborador Gilmar Francisco de Oliveira, que faleceu durante o exercício de suas atividades. A empresa lamentou profundamente o ocorrido, e está prestando todo o apoio à família dele, assim como nas investigações policiais.


