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Polícia já descobriu quase 500 madeireiras fantasmas no Estado

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A Polícia Federal indiciou cerca de 90 pessoas por envolvimento com a máfia que fraudava o sistema de controle da exploração de madeira em Mato Grosso. Os sete inquéritos somam mais de 11 mil páginas e foram apresentados pelo delegado da PF Tardeli Boaventura, que coordenou parte das investigações que resultaram na Operação Curupira. Entre os indiciados está o ex-gerente executivo do Ibama Hugo Werle, acusado de formação de quadrilha e corrupção.

“Restam fortes os indícios de que o servidor Hugo José Scheuer Werle estaria participando das ações desenvolvidas pela quadrilha, praticando o crime de corrupção passiva, evidenciada nos autos em pelo menos uma oportunidade”, diz um trecho do inquérito referente às irregularidades na gerência do Ibama em Cuiabá.

De acordo com o delegado da PF Tardeli Boaventura, ainda não foi concluída a perícia nos 70 computadores e mais de 180 pacotes de documentos apreendidos na ação. Mesmo assim, a investigação já constatou a existência de 431 firmas fantasmas de reflorestamento e de extração de madeira, que serviam para burlar o limite de desmatamento por empresa.

Os inquéritos indicam que os servidores recebiam propina para atestar que as falsas empresas eram verdadeiras e funcionavam. Outros indiciados, como o fiscal José Carlos Mendes, atuava no posto fiscal do Ibama, intermediando a liberação de cargas irregulares.

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