Polícia

Número de assaltos aumenta em Sinop. Foram 6 durante a semana

O número de assaltos que vem ocorrendo nos últimos dias em Sinop é muito grande. Só essa semana foram seis, sendo que um deles acabou no assassinato do empresário Ernani Zambiazi. Ontem, a Polícia Militar registrou dois assaltos.

Dois bandidos levaram R$ 2.180, vários aparelhos celulares, cheques, dois dvds e dois aparelhos de telefone sem fio, de uma loja de eletrodomésticos no bairro São Cristóvão. A dupla trancou os dois funcionários no banheiro enquanto pegou os objetos, e fugiu em uma moto vermelha. Ontem à noite, um homem, armado, também entrou em uma sorveteria, rendeu a atendente e levou o dinheiro que estava no caixa.

Na quarta-feira à tarde, por volta das 15:30 horas, assaltantes entraram na residência de Carla Cristina Vera, na rua 01, no bairro Boa Esperança. Vera estava sozinha com o filho. Eles foram trancados em um quarto, enquanto a dupla pegava os objetos. Foram levados um aparelho dvd, um celular, três folhas de cheque, e várias jóias – duas correntes, um bracelete, três brincos, cinco relógios e um jogo de aliança.

Na segunda-feira um crime chocou a sociedade sinopense. O madeireiro Ernani Zambiazi sacou o montante de R$ 5,2 mil de uma agência bancária e seguiu para o escritório da empresa, na rua dos Limoeiros, no Jardim Celeste. Quando chegou em frente ao local foi abordado por uma dupla. Conforme Só Notícias informou, os dois renderam Ernani ainda dentro do veículo e pediram o dinheiro. Se não bastasse pegar o dinheiro os assaltantes deram 05 tiros no empresário. Ele foi socorrido e encaminhado ao Pronto Atendimento (PA), mas não resistiu e morreu.

No mesmo dia uma dupla também assaltou o empresário Ulisses Viganó, quando ele saía do banco, e levou R$ 4,2 mil. Esta semana um menor também foi esfaqueado durante um assalto.

Diante dessa situação, o Comando de Policiamento de Área (CPA) de Sinop e o Comando de Operações Táticas e Alto Risco (COTAR) iniciaram ontem uma “operação saturação”, com objetivo de combater estes crimes. Investigadores e escrivães estão em greve desde segunda-feira e o policiamento em Sinop está por conta da PM.