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Tamanduá-bandeira resgatado em queimada está sendo tratado na UFMT Sinop

O animal, que foi resgatado na semana passada, em uma região de queimada em Confresa (1,1 mil quilômetros de Cuiabá) está recebendo tratamento no Hospital Veterinário (Hovet) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) campus de Sinop. Segundo a médica veterinária e professora da unidade, Elaine Dione, o tamanduá chegou muito debilitado, mas está se recuperando bem e será devolvido a natureza.

“É muito comum os animais de áreas queimadas terem perda muito abrupta de peso. Eles ficam na região e começam a ficar sem alimentação, ainda mais os tamanduás que se alimentam de inseto, cupins, formigueiros. Eles começam a não ter alimentação e vão definhando. A gente chama de impacto de médio e longo prazo na perda da biodiversidade”, disse ao Só Notícias, a veterinária.

Em outro caso envolvendo animal, um gato-mourisco foi capturado pelo Corpo de Bombeiros nas proximidades da capela do Piçarrão em Várzea Grande. A fêmea, de aproximadamente 3 anos, estava dentro de uma creche e foi capturada com auxílio de uma rede e encaminhada ao Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental.

O felino não apresentava ferimentos e foi solto em Santo Antônio de Leverger pela Gerência de Fauna, da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O animal está na lista oficial do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) como uma das espécies ameaçadas de extinção da fauna brasileira.

Só Notícias/David Murba (fotos: assessoria)