
A escola Lizamara está sendo reformada e a conclusão estava prevista para ser concluída mês passado, mas devem durar, pelo menos, mais 30 dias. Para Valdeir, o remanejamento causa prejuízos aos profissionais e alunos, e o sindicato defende que ao menos os professores deveriam ter sido poupados da medida. “O correto era arrumar uma sala para que eles fossem preparando as aulas, fizessem reuniões para discutir o projeto político-pedagógico do ano letivo, uma vez que depois não sobra tempo. Eles acabaram tendo que ir para outras escolas, muitas vezes distante de onde moram, em comunidades que não conhecem. A realidade é que a prefeitura se ‘embananou’ com o processo seletivo. O prejuízo maior fica para as crianças, que ficam sem aulas”, afirmou.
Outro lado
Em nota enviada ao Sintep, a secretaria respondeu que o remanejamento é prerrogativa da prefeitura prevista em uma lei de 2011 e “a situação perdurará enquanto houver necessidade. O descumprimento dos ditames (aquilo que for estabelecido) resultará em prejuízo do exercício de sua função conforme supracitada, conforme a legislação”.
No ofício, a secretaria de Educação ainda explica que “disponibiliza” um prédio onde os professores “podem se reunir junto à administração das unidades”.


