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Sinop: centro de endemias alerta para infestação de escorpiões em bairros

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

A equipe do Centro de Combate às Endemias de Sinop registrou infestação de escorpiões em pelo menos três bairros – Jardim Celeste, Setor Industrial e Residencial Norte, após atividades in loco pelo departamento de Vigilância Ambiental revelarem a presença de escorpiões da espécie Tityus serrulatus (escorpião-amarelo), considerada a mais letal da América do Sul e a principal responsável por incidentes graves, incluindo até mesmo casos de óbito. Cerca de 30 indivíduos dessa espécie já foram capturados, catalogados e encaminhados ao laboratório de referência do Estado, o Laboratório Central de Saúde Pública.

Ao menos quatro reclamações de infestação de escorpiões em residências e comércios já foram registradas no município e seguem sendo monitoradas pelas equipes. O acúmulo de entulhos (restos de obras, excesso de folhagem, podas de árvores e/ou grama) favorece a habitação e a proliferação do animal peçonhento em ambientes urbanos. Nos primeiros três meses do ano, oito incidentes com o animal foram registrados no município.

Em caso de identificação da presença desses animais, o ideal é comunicar imediatamente a Vigilância Ambiental. Em Sinop, a equipe pode ser acionada pelo número (66) 9.9994-8559. Assim que comunicada, uma equipe irá ao local fazer a catalogação da ocorrência.

Já em caso de incidente com picada de escorpião ou qualquer outra emergência de saúde, recomenda-se a procura imediata por orientação de um profissional de saúde. O diagnóstico de envenenamento por incidentes escorpiônicos é eminentemente clínico-epidemiológico, não sendo utilizado, na rotina hospitalar, exame laboratorial para confirmação do veneno circulante. Alguns exames complementares são úteis para auxílio no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com manifestações sistêmicas, como eletrocardiograma, radiografia de tórax, ecocardiografia e exames bioquímicos. O tratamento específico é feito com o soro antiescorpiônico ou, na ausência deste, com o soro antiaracnídico (paraLoxosceles, Phoneutria e Tityus). Os soros devem ser administrados em ambiente hospitalar e sob supervisão médica.

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