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Servidores do Indea e Intermat aderem à greve a partir de segunda-feira

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Diante do impasse entre governo do Estado e representantes do Fórum Sindical sobre o pagamento dos 11,28% do Reajuste Geral Anual (RGA), os servidores dos Institutos de Defesa Agropecuária (Indea) e de Terras do Estado de Mato Grosso (Intermat), decidiram aderir ao movimento grevista a partir de segunda-feira (6). Até então, eles estavam em “estado de greve”.

Conforme a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal do Estado de Mato Grosso (Sintap), Diany Dias, apenas vão trabalhar 30% dos servidores nos postos fiscais, barreiras sanitárias fixas e volantes, conforme pede a lei de greve. As bases do Sintap, embora não compreendidas por outros sindicalistas mais radicais, ainda não tinham aderido ao movimento, embora a entidade seja participante do Fórum Sindical, por conta de aguardo de prazos de assembleia e de deliberações tiradas nessa assembleia.

A presidente explica que o sindicato não é ditador, ele ouve o anseio de sua base para então agir da melhor forma possível e a deliberação da assembleia do dia 25 de maio foi entrar em estado de greve para aguardar uma melhora na proposta governamental, o que não ocorreu. “Havíamos optado por esgotar todas as negociações enquanto a posta estivesse aberta. Agora que, definitivamente, o governo falou com todas as letras que não vai fazer mais qualquer proposta além da de pagamento de apenas 6% dos 11,28% e ainda em três vezes, é hora de levantarmos nossos soldados para a luta. Não era este o caminho desejado porque perdemos todos, servidores pelo desgaste de pedir dessa forma um direito que é seu, o governo por não entender que deve ser paga a RGA na integralidade e a sociedade, que fica sem serviços importantes”,.

A base total do Sintap compreende 950 servidores sendo 56 do Intermat e o restante do Indea. Vale destacar que a paralisação dessa base, embora não tão grande quanto a de outros sindicatos, são pilares importantes na arrecadação do Estado já que trabalham com grandes vertentes como o agronegócio e a questão fundiária.

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