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Senai e sindicato oferecem curso de artesão para estudantes em Juína

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Estão abertas as inscrições gratuitas para o curso de “Artesão de Pequenos Artefatos de Madeira”. A iniciativa que visa o aproveitamento de resíduos sólidos da madeira, transformando-os em brinquedos pedagógicos, está sendo promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em parceria com o Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso (Simno), em Juína.

O público alvo são estudantes, e os interessados deverão comprovar a escolaridade mínima de 6º ano do ensino fundamental concluído (antiga 5ª série) e ter idade mínima de 18 anos.

Através do curso, o aluno será capaz de produzir peças artesanais de brinquedos pedagógicos de madeira de modo autônomo ou em empresas da área madeireira, aproveitando resíduos de madeira, contribuindo para a preservação do meio ambiente e sua qualidade de vida. O inicio das atividades está programado para o dia 15 de fevereiro, 19h às 22h. As inscrições podem ser feitas no próprio Senai Juína.

Para Roberto Rios,  presidente do Simno, essa é uma oportunidade de aprendizado duplo, pois a utilização desses resíduos sólidos, trará benesses não apenas para os estudantes que aprende uma nova profissão. “O meio ambiente, também ganha com essa iniciativa do Senai e Simno, pois esses “restos de madeira” deixam de ser “lixo” na natureza para gerar emprego e renda ao cidadão”.

A preocupação do setor de base florestal de Mato Grosso é constante em relação à correta destinação dos resíduos da madeira. José Eduardo Pinto, presidente do Cipem – Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso – salienta que faltam políticas públicas, bem como incentivos fiscais que fomente o uso desses resíduos.

“Há muitas especulações sobre a utilização dos resíduos da madeira, porém, não há nada de concreto. Nós, industriais madeireiros já estudamos diversas formas de agregar valor a utilização desses “sobras” e, inclusive, há mercado para eles, entretanto, por falta de fomento e até de incentivos fiscais que possibilitem a comercialização desse material, os resíduos da madeira seguem sendo um grande “monte de lixo” nos pátios das indústrias”, explica o presidente do Cipem.

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