
Na segunda quinzena, as equipes estiveram em São José do Rio Claro, Campo Novo do Parecis, Nova Maringá e Nova Mutum, porém como ainda estão em campo, os dados ainda não foram totalizados. Há desmatamentos ilegais estão desde assentamentos de reforma agrária a grandes fazendas. Os proprietários são identificados por meio do cadastramento rural.
Segundo o superintendente de Fiscalização da Sema, major da PM Fagner Augusto do Nascimento, os donos das áreas, além do embargo de suas atividades, responderão processos administrativos junto à Sema que dentre as medidas prevê aplicação de multas. Até o momento, foram aplicadas R$ 7,2 milhões em multas. “A intensificação de ações de fiscalização de pontos de desmatamento e exploração florestal não autorizados tem sido prioridade no sentido de coibir a atividade ilícita, valorizando o empreendedor que trabalha na legalidade, e principalmente contribuindo para a conservação ambiental”, disse, através da assessoria.
O batalhão ambiental da PM acompanhou os fiscais da Sema.


