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Professores de São Paulo debatem implantação de aterro sanitário e impactos ambientais no Nortão

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Os professores especialistas na área da saúde, Wilson Mestriner Junior e Maria José Clapis da Universidade de São Paulo (USP), vão abordar, nesta sexta-feira, com lideranças de Guarantã do Norte, assuntos referente a implantação de um aterro sanitário, os danos causados pelos lixões e os impactos ambientais e sociais. “Vamos promover essa dissuasão. A legislação já foi alterada e com isso precisamos provocar o andamento disso na sociedade e no poder político. Todos os municípios já deveriam te implantado seus aterros sanitários, mas isso não ocorreu. Estamos aproveitado esses especialistas da USP para fomentar esse debate”, explicou o facilitador do projeto, Adriano Henrique Otto.

O debate será sede da Associação Comercial e Empresarial de Guarantã, a partir das 19h. O prefeito Érico Stevan, vereadores e dirigentes de entidades são esperados no encontro que faz parte do projeto Rondon, que é desenvolvido pelo Ministério da Defesa, em parceria com governos estaduais, municipais e Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas. O projeto contribui para a formação do jovem universitário como cidadão e para o desenvolvimento sustentável nas comunidades carentes. A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em 2010 e determina que todos os lixões do país deveriam ter sido fechados até 2 de agosto de 2014 e o rejeito (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado) encaminhado para aterros sanitários adequados. Porém, o governo federal já prorrogo várias o prazo para extinção.

O projeto aprovado no Senado e em tramitação na Câmara dos Deputados fixa prazo até 31 de julho deste ano, para capitais e regiões metropolitanas se adequarem; até 31 de julho de 2019, para municípios com população superior a 100 mil habitantes; até 31 de julho de 2020, para municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes e até 31 de julho de 2021, para aqueles com população inferior a 50 mil habitantes.

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