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Prefeitura fiscaliza com apoio da polícia empresas que abriram em Sinop mesmo com decreto proibindo

A prefeitura de Sinop desenvolveu, esta tarde, uma força tarefa para fiscalizar estabelecimentos comerciais que continuam abertos mesmo após o decreto emergencial que entrou em vigor hoje. A equipe de fiscalização foi formada por membros da secretaria de Finanças e Orçamento, fiscais da Vigilância Sanitária, Guarda Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.  Não foi informada quantas acabaram sendo obrigadas a fechar. Pela manhã, no centro, uma loja de departamentos foi inspecionada pela fiscalização e fechou as portas. A ação deve se estender nos próximos dias.

“As abordagens foram bastante amistosas e aos que não estavam permitidos pelo decreto para funcionarem, foi pedido, gentilmente, que fechassem” explicando “porquê estavam pedindo, reforçando a questão da necessidade e da segurança”, informou a assessoria. Não foi apontado quantas empresas não estavam seguindo o decreto, baixado sábado.

Ainda foi reforçado que o primeiro passo das equipes é orientação, no entanto caso haja resistência ou reincidência por parte dos empresários haverá a aplicação de sanções. A equipe fiscalizadora se dividiu em duas frentes de trabalho, sendo que uma iniciou no bairro Alto da Glória e veio percorrendo sentido centro, e outra começou no Camping Club e também teve como destino a região central.

Além disso, em alguns estabelecimentos como distribuidoras de gás e agropecuárias, os servidores do executivo orientaram o fechamento e recomendaram o atendimento por telefone, com uma pessoa desenvolvendo o sistema delivery.

Visando o atendimento geral ao decreto, a prefeitura disponibilizou um canal para que o cidadão possa denunciar quem descumprir a determinação. Basta entrar em contato pelo telefone (66) 9 9994-8588.

O decreto autoriza funcionamento de empresas de serviços essenciais – supermercados, farmácias, padarias, postos de combustíveis, geração de energia e gás, assistência médica hospitalar, tratamento de água, esgoto e coleta de lixo, bancos, cooperativas, lotéricas estão autorizadas a atender. O serviço de delivery (entrega de produtos também pode ser feito).

Conforme Só Notícias já informou, o fechamento do comércio como medida preventiva para evitar contágio da doença tem apoio da CDL e Associação Comercial e Empresarial. A estimativa é de 12 mil empresas fiquem fechadas por duas semanas.

Só Notícias/Luan Cordeiro (foto: assessoria)