A taxa consolidada de desmatamento na Amazônia Legal, ano passado, é de 5.731 km², segundo dados divulgados, hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Mato Grosso foi o único que apresentou aumento do desmatamento (26,7%). Os dados são referentes ao período de agosto de 2024 a de julho do ano passado e representam uma redução de 12% em relação à taxa de 2024.
Os demais estados tiveram redução do desmatamento no período, sendo os valores mais acentuados observados no estado de Roraima (-39,10 %), Amapá (-37,04%) e Rondônia (-36,39%).
A pasta considera como desmatamento a remoção completa da cobertura florestal primária por corte raso (subdividido em desmatamento por corte raso com solo exposto, com vegetação, mineração e floresta inundada) ou o estágio final de uma degradação progressiva da floresta em que há perda completa do dossel, independentemente da futura utilização destas áreas.
O instituto utiliza dados dos satélites Sentinel, da Agência Espacial Europeia, que são pré-processados e disponibilizados pelo projeto Brazil Data Cube, iniciativa brasileira em dados prontos para análise desenvolvida pelo órgão.
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