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Mato Grosso é 8º em redução de mortes violentas; Cuiabá lidera queda no país

Mato Grosso reduziu em 11,2% os casos de Mortes Violentas Intencionais (MVI), que incluem os homicídios, latrocínios, lesão corporal seguida de morte, mortes de policiais militares em situação de confronto dentro e fora do trabalho, além das mortes decorrentes de confrontos com as polícias Civil e Militar dentro e fora do trabalho. Com isso, ocupa o 8º estado com maior redução, de acordo com os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgados, hoje, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Em relação apenas aos homicídios, Mato Grosso reduziu em 10,4% a quantidade de vítimas de assassinatos com 29,5 casos a cada 100 mil habitantes no ano passado. A taxa em 2016 era de 32,9 casos a cada 100 mil habitantes. Os latrocínios caíram em 22,8%.

Já os casos de mortes decorrentes de intervenção policial em serviço e fora de serviço representam 1,7% dos 1.053 casos de MVI em Mato Grosso, no país esse percentual é de 8,1%. Foram 18 casos em 2017, o que correspondem a 0,5 registros a cada 100 mil habitantes, enquanto a média nacional é de 2,5 casos a cada 100 mil. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, oito policiais civis e sete policiais militares foram responsáveis por mortes durante confronto.

Por outro lado, um policial militar perdeu a vida em serviço no ano passado, e seis policiais militares morreram em confronto à paisana. Não houve registro da morte de policiais civis fora ou em serviço em 2017.

Entre as 27 capitais brasileiras, Cuiabá é a cidade em que mais houve queda de casos de MVI, com 30,4% na diminuição, enquanto no Brasil o aumento foi de 2,4%. Com taxa de 24,1 homicídios a cada 100 mil habitantes, a capital mato-grossense está abaixo da média nacional que é de 28,8 casos a cada 100 mil pessoas.

“As maiores motivações dos crimes contra a vida em Mato Grosso são as rixas, vinganças, crimes passionais e drogas”, explicou o secretário de Segurança Pública, Gustavo Garcia, por meio da assessoria.

Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)