
Para os desembargadores, “a revisão criminal deve ser extinta, sem julgamento do mérito, quando a intenção é provocar a reanálise de tese já decidida e refutada na ação penal, sob pena de se tornar uma segunda apelação”. O pedido foi negado por unanimidade. O desembargador Paulo da Cunha foi relator no processo. Ainda cabe recurso contra a decisão.
Conforme Só Notícias já informou, além de Geovani, Rosângela também condenou Anelise Antonette, 29 anos, a 27 anos de prisão pelo latrocínio. Ela trabalhava como auxiliar administrativo na empresa de insumos agrícolas de Carlos, e, para a Justiça, falsificou a assinatura da vítima para fazer compras em um supermercado local. A mulher também foi condenada por furtar folhas de cheques do empresário e fazer compras de R$ 41 mil.
Consta no processo que Carlos descobriu e então Anelise tramou o crime junto com Geovane. No dia 20 de junho de 2012, por volta das 19h, a funcionária esperou Eduardo chegar à empresa, do ramo de insumos agrícolas, e avisou o comparsa. Geovane entrou no local e atingiu a vítima com um tiro na nuca. Em seguida, o casal fugiu levando dinheiro e cheques do cofre da empresa. Os dois seguem presos.


