
Em comparação ao ano anterior, também houve diminuição no número de envolvidos e feridos. Conforme o relatório, em 2015, 8.218 pessoas se envolveram em acidentes, das quais 4.978 escaparam ilesas, 2.069 tiveram ferimentos leves e 638 ficaram gravemente feridas.
No ano passado, em contrapartida, 7.116 pessoas se envolveram nos acidentes, queda de 13,4% para o ano anterior. Destas, 4.236 escaparam ilesas (-14,9%), 1.860 tiveram ferimentos leves (-10%) e 526 tiveram ferimentos graves (-17,5%).
O estudo concluiu ainda que a BR-364 foi a mais letal no ano passado. Na rodovia, foram registrados 1.250 acidentes e 91 mortes (queda de 11,6% no número de óbitos para o ano anterior). A BR-163 aparece em seguida, com 949 acidentes. A rodovia ainda registrou 98 mortes (redução de 9,2%).
A BR-070 teve 682 acidentes e 57 mortes (-3,3%). A 174 teve 241 acidentes e 16 mortes (mesmo número de óbitos do ano anterior). A única que registrou crescimento no número de mortes foi a BR-158. Segundo o estudo, a rodovia federal registrou, no ano passado, 139 acidentes, dos quais resultaram 12 mortes, cerca de 33% a mais que 2015.
No Brasil, o número de mortes nas rodovias federais teve uma pequena queda entre 2015 e 2016. A taxa de letalidade caiu de 18,8 mortes/dia em 2015 para 17,5 mortes/dia em 2016. No ano passado, as estradas federais registraram 6.398 mortes e 21.420 feridos graves em 96.358 acidentes, que envolveram 216.249 pessoas.


