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Associação protetora de animais em Alta Floresta anuncia encerramento de atividades

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A Associação dos Protetores de Animais de Alta Floresta (Protaaf) anunciou que vai encerrar suas atividades a partir do próximo dia 1º. Por meio de um comunicado em sua página em uma rede social, a entidade alegou que passa por dificuldades financeiras, baixa de voluntários e falta de apoio. “As páginas sociais serão excluídas, bem como a conta corrente existente na Caixa Econômica Federal. A dívida foi rateada entre os membros, que já se encontram com suas despesas comprometidas devido ao volume de contribuição nos trabalhos da Protaaf”.

A entidade foi criada em outubro de 2009 e foi declarada de utilidade pública em 2012. Durante o período de atuação, a Protaaf recolheu aproximadamente seis mil animais, entre os quais estão 3,9 mil cães, dois mil gatos e cerca e 60 de outras espécies. A entidade não informou qual o custo mensal para manter o abrigo de animais. Só Notícias tentou contato, por várias vezes, com a presidente da entidade, Ariele Martins, que, no entanto, não atendeu, nem retornou as ligações.

Conforme Só Notícias já informou, a Associação Protetora de Animais do Município de Sinop (APAMS) suspendeu parcialmente o atendimento por falta de apoio financeiro. Uma fonte da diretoria confirmou que não há mais o recebimento de novos animais e foram paralisados trabalhos de plantão e atendimento de denúncias. A entidade apenas está fazendo adoções e recebendo doações.

Representantes da entidade e vereadores se reuniram, esta semana, para achar uma saída com repasse de recursos municipais para ajudar a APAMS mas não houve definição. Chegou a ser cogitado que o valor repassado seria o da economia no Legislativo. Uma reunião pode acontecer na sexta-feira (15), com o prefeito Juarez Costa (PMDB).

O custo mensal para cuidar de aproximadamente 140 animais gira em torno de R$ 50 mil. De janeiro até agora os gastos já passaram de R$ 150 mil, que foram bancados por uma integrante da diretoria. Há ainda o auxílio a 50 animais que estão em lares temporários porque as instalações da entidade permanecem lotadas.

Ano passado, a prefeitura repassou R$ 8 mil mensais, durante 12 meses, para ajudar nas despesas. Este ano, não houve repasse. A prefeitura informa que não tem convênio em vigor com a entidade.

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