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Alta Floresta pede ajustes em convênio em implantação de usina

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A prefeita de Alta Floresta, Maria Izaura, e grande parte de seu secretariado estiveram reunidos, esta semana, com representantes de Paranaíta, Ibama, Companhia da Usina Hidrelétrica Teles Pires e empresa de consultoria da usina, para analisarem os impactos da implantação da hidrelétrica e garantir investimentos nas áreas de saúde, educação, transporte e segurança pública. “A implantação da usina vai gerar mais empregos, mais oportunidades de negócio, vai atrair mais pessoas para a região e precisamos assegurar uma boa infraestrutura para atender essa demanda. Nessa reunião definimos necessidades que serão incluídas no convênio entre o empreendedor e o município”, esclareceu a prefeita.

Um dos itens que serão acrescentados é a contratação por parte da empresa empreendedora de uma consultoria para os municípios envolvidos para realizar o estudo das reais necessidades na área social e monitoramento das ações. “Com este estudo teremos força para buscar recursos no Governo do Estado e na União para melhorar a qualidade dos serviços prestados para a população”, disse a prefeita. O convênio prevê vários projetos nos setores ambiental e social que estão em processo de avaliação antes da assinatura do convênio.

De acordo com o diretor da Companhia Hidrelétrica, José Picolli, a construção da usina vai empregar cerca de 30 mil trabalhadores diretos e indiretos . “Nossa meta é contratar pelo menos 50% da mão de obra aqui da região durante a construção e 100% após a conclusão”, disse.

Picolli ainda destacou que o empreendimento vai contribuir para o desenvolvimento da região e todo o Brasil. “A usina está projetada para gerar 1.820 megawatts (MW), o suficiente para abastecer 8% das residências do país”, concluiu.

A Usina Hidrelétrica do Rio Teles Pires será construída na divisa entre os Estados de Mato Grosso e Pará, na região no médio Teles Pires. O reservatório ocupará áreas dos municípios de Jacareacanga – PA (16% do reservatório) e Paranaíta – MT (84% do reservatório). O lago formado pela barragem ocupará uma área de 152 km². Alta Floresta será a porta de entrada e serve como cidade de apoio pela sua proximidade, facilidade de acesso e estrutura já que é cidade pólo da região.

A obra que terá um investimento de aproximadamente R$ 3 bilhões deve ser concluída até o final de 2014. O contrato de concessão da usina foi assinado na última terça-feira (07) no gabinete da presidente Dilma Rousseff pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e pelo diretor-presidente da Neoenergia, Marcelo Corrêa. A previsão do consórcio que ganhou a concessão (Neoenergia – 50,1%, Eletrosul – 24,5%, Furnas – 24,5% e Odebrecht – 0,9%) é que a Licença de Instalação (LI) saia nos próximos 90 dias.

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