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Abilio Diniz diz que BRF avaliará repasses de casas e apoio para saúde em Lucas do Rio Verde

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O presidente do conselho de administração da BRF, Abilio Diniz, comprometeu-se, em Lucas do Rio Verde, a avaliar as reivindicações apresentadas pela prefeitura e justiça do Trabalho para que as casas do bairro Tessel Junior sejam destinadas aos funcionários da companhia, com a efetiva transferência e financiamento. Também foi solicitado apoio para aumentar o número de vagas nas creches e de mais recursos para a saúde de média e alta complexidades. “Nós temos de estar integrados com a vida comunidade. Nossa função não é só produzir alimentos, é promover o desenvolvimento local e participar da cidade”, disse Abilio, durante reunião com o governador Pedro Taques, o prefeito Otaviano Pivetta, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Edson Bueno.

Pivetta disse a Abilio que a vinda da BRF mudou significativamente o perfil econômico e social do município e agora, é necessário que o poder público e a empresa se unam para resolver as demandas sociais. Ele mencioou que na área da habitação, a transferência das 1.500 casas aos funcionários da empresa é a principal reivindicação dos trabalhadores. O processo começou no ano passado, mas somente agora, as casas estão realmente aptas ao financiamento. “A destinação das casas aos funcionários vai mudar a cara do Téssele Junior porque os trabalhadores vão poder construir o muro, ampliar a casa e se sentir realmente luverdenses. E tudo isso, vai se refletir na organização da cidade e até mesmo, dentro da empresa”, disse. A companhia bancou parte dos investimentos para construir o conjunto habitacional.

Na área de saúde, o prefeito solicitou do empresário Abílio Diniz apoio financeiro para as obras de construção da nova ala do Hospital São Lucas e a promotora da Vara da Infância e Juventude, Fernanda Pawelec, a construção de uma nova creche.

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho, 23º região, desembargador federal, Edson Bueno, ressaltou que o novo posicionamento da empresa perante o funcionário já se reflete no número ações na Vara do Trabalho. Em 2011 foram registrados 578 processos trabalhistas contra a BRF. No ano seuinte foram 1.351, em 2013 foram 2.277 (aumento de quase 300%). Já no ano passado, o número caiu cerca de 40%, se comparado ao ano anterior e fechou o ano com 1.420. Do total de ações, aproximadamente 90% são de ex-funcionários contra a empresa.

 

 

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