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Técnico do Cuiabá lamenta gol sofrido nos acréscimos: “Frustrante”

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

Após o empate em 1 a 1 com o Criciúma, no sábado, na Arena Pantanal, pela sétima rodada da Série B, o técnico Eduardo Barros analisou mais um tropeço jogando em casa. O Dourado chegou a 8 pontos e ocupa a 14ª posição, deixando momentaneamente a zona de rebaixamento.

Eduardo Barros expressou a frustração pelo gol sofrido nos minutos finais. “A responsabilidade é coletiva. Jogadores, comissão e direção têm suas funções. A gente entende a insatisfação do torcedor. É um sentimento amargo, porque temos quatro jogos de invencibilidade, mas pontuamos menos do que imaginávamos, principalmente em casa. Fizemos um primeiro tempo muito bom, neutralizando o Criciúma e criando as melhores chances. No segundo tempo, não conseguimos repetir o nível. Precisamos avaliar o que deixamos de fazer para manter a performance. Não dá para tomar gol aos 48 minutos. Era um jogo que precisava ser controlado. Faltou esfriar a partida, evitar a bola parada. Perdemos dois pontos importantes”, acrescentou.

O treinador afirmou que o jogo estava controlado. “Não fomos pressionados a ponto de parecer inevitável o gol. O jogo estava controlado, e acabamos cedendo uma bola parada que aumentou o risco. É frustrante”.

Eduardo também admitiu entender o torcedor, tendo em vista o baixo desempenho da equipe jogando em casa. “Estamos em falta com o torcedor. Em casa, somamos três pontos em quatro jogos. Fora, temos cinco pontos em três partidas. É frustrante, porque muitos desses jogos estavam sob nosso controle. O torcedor é o 12º jogador. Quando apoiou, a equipe respondeu. Mas também é natural a frustração. O sentimento de tristeza e raiva é legítimo”.

O técnico fez um balanço da sua trajetória à frente da equipe, traçando uma linha do tempo desde o ano passado. “Eu vejo três ciclos nesse período. No ano passado, tivemos uma sequência de nove jogos de invencibilidade, sofremos com lesões e brigamos pelo acesso até a reta final. Depois, houve uma remontagem de elenco, com uma equipe mais jovem no estadual, em um cenário de menor custo e de avaliação de atletas. Agora, estamos no terceiro ciclo, com a Série B. É um time que ainda está se consolidando. Esse grupo fez sete jogos juntos.

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