Em sua terceira partida pela segunda divisão do Campeonato Mato-grossense, o Operário de Várzea Grande deu mostras de que precisa melhorar e muito para brigar pelo título da competição. Jogando, agora há pouco, diante do frágil Tangará, no Verdão, o Chicote sofreu, mas venceu: 4 a 2, no estádio Verdão, que recebeu um dos menores públicos do ano: 361 pagantes para R$ 3.060,00 de renda. Sábado à tarde, o Chicote volta a campo, diante do arquirival Mixto.
Euclides, que fazia a sua estréia com a camisa Tricolor, quase abriu o placar no primeiro minuto, mandando por cima do gol do Tangará, mas no minuto seguinte não teve jeito. Ademar recebeu cruzamento de Bibil na pequena área e abriu o placar: 1 a 0 para o Chicote. Em ritmo de goleada, Euclides marcou o segundo, em mais uma jogada de Bibil, que serviu o meia, livre, rente a trave esquerda para ampliar: 2 a 0. Aos 31”, Euclides chutou de longe, a zaga espanou e Lê ampliou para o Chicote: 3 a 0. Aos 40”, o árbitro Marcelo Alves marcou penalidade de Boi em Marcão, em favor do Tangará. Alex foi para a cobrança e bateu com categoria no canto esquerdo de Júlio, diminuindo: 3 a 1.
Em seguida, Bibil, que já havia desperdiçado duas chances de marcar, mandou outra boa oportunidade para fora, irritando os poucos torcedores tricolores presentes ao Verdão. No começo do segundo tempo o Tangará surpreendeu. Em cobrança de falta, a um minuto e meio, Jadson cobrou falta com categoria, no canto direito de Júlio, que falhou: 3 a 2. Com ‘moral’ o Tangará partiu pra cima do Tricolor, que passou a se defender, e errar nas finalizações.
Insatisfeito com o rendimento do time, o técnico Jean Fernandes sacou o meia Ademar para a entrada do atacante Paulinho, mas logo após a mudança, foi o Tangará que chegou com perigo, exigindo grande defesa
de Júlio. O Operário abusava do direito de desperdiçar gols. Em mais um lance, o sexto na partida, Bibil impediu que a bola entrasse, como de fosse um zagueiro, e no arremate, mandou para fora, virando piada para a diminuta torcida. Aos 34 minutos, quando a torcida já cochilava, Bibil serviu Paulinho, que, de cabeça enfaixada e tudo, mandou para o fundo das redes: 4 a 2.
Operário – Júlio; Simoney, Boi, Brancão e Babalu; Nathan, Lê, Euclides
e Luiz Fernando; Bibil e Ademar (Paulinho). Técnico: Jean Fernandes
Tangará- Ciro, Guilherme, William, Carlão e Bruno (San); Marquinhos,
Jadson (Cristian), Marcão e Rafael; Alex e Everton. Técnico: Marcelo
Alves


