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Operário não vai liberar Rinaldo e quer time forte para Copa Governador

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Depois da perda do título do Mato-grossense de Futebol, o Operário-VG quer agora brigar pelo título da Copa Governador deste ano. E pensando em formar uma equipe forte, o presidente do Operário, Wendel Rodrigues, afirmou ontem que não irá liberar o atacante Rinaldo para nenhum clube de Mato Grosso, em especial ao arqui-rival Mixto, que está assediando um dos artilheiros do Estadual com 16 gols, ao lado de Moreno, do Vila Aurora. Ele disse que o atacante tem contrato com o clube até o dia 31 de dezembro deste ano e deverá cumpri-lo até o fim.

Wendel negou que tenha reunião agendada para hoje com o jogador a fim de discutir um suposto aumento salarial. Na edição de ontem de A Gazeta, o atacante afirmou que iria se reunir com a diretoria tricolor para resolver sua eventual permanência no clube.

“Não temos mais nada para conversar. Já acertamos a permanência do Rinaldo no Operário e não vou liberá-lo para jogar em algum clube do Estado. Só libero caso ele tenha uma proposta boa, não para o Operário, mas para o próprio Rinaldo. Se o Corinthians, por exemplo, tiver interesse no futebol dele, com certeza iremos liberá-lo”, disse o dirigente.

No começo desta semana o presidente do Mixto, Fabinho Pinto, afirmou que “já estava tudo acertado com o jogador”, que teria inclusive assinado contrato, porém faltava a liberação do Chicote, que não ocorreu.

Coquetel – Wendel Rodrigues disse que na próxima segunda-feira, dia 25, a diretoria do Operário estará realizando um coquetel para a apresentação dos novos jogadores à 2ª Copa Governador do Estado. Entre os reforços está o meia Fernando Vilanova, ex-Juventude e Vila Aurora e a dupla de zagueiros Léo e Ataliba, ambos campeões estaduais pelo Cuiabá em 2003 e 2004. Além do lateral-esquerdo Polaco e do atacante Nequinha, ex-Grêmio de Jaciara.

Dito Souza – A diretoria do Operário desistiu do projeto de revitalizar o miniestádio Dito Souza, no Cristo Rei, para mandar jogos oficiais pela Copa Governador e Campeonato Mato-grossense de 2006. A desistência, segundo Wendel Rodrigues, se deu pelo prévio veto do presidente da FMF Carlos Orione. O presidente alertou Rodrigues que não haveria espaço físico em torno do miniestádio para atender ao Estatuto do Torcedor.

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