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Professores e técnicos aderem a greve na UFMT

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Os professores do Campus da UFMT em Rondonópolis decidiram aderir à paralisação geral deflagrada pelos alunos. A decisão foi tomada hoje em assembléia geral convocada pela subsede da Adufmat-Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso. A lista de reivindicações dos professores é idêntica à apresentada pelos alunos (veja quadro nesta página) e a paralisação deverá ser mantida ao menos até meados da próxima semana.

“Na quarta-feira haverá uma assembléia universitária – envolvendo alunos, professores e técnicos administrativos – para avaliar o andamento da paralisação e as respostas do reitorado. Esta assembléia vai determinar se a greve continuará ou não”, antecipou o professor Antonio Gonçalves Vicente, o ‘Tati’, presidente da secção da Adufmat em Rondonópolis.

As aulas no campus foram suspensas na semana passada, após um protesto espontâneo organizado por alunos descontentes com a falta de professores e laboratórios. O Diretório Central dos Estudantes encampou o protesto, que ontem ganhou apoio formal dos universitários dos três turnos.

Além dos pleitos iniciais, o movimento também reivindica investimentos na modernização do campus e o atendimento de antigos pedidos como o restaurante universitário e a emancipação do Campus.

Na praça
Até ontem a mobilização dos grevistas estava restrita ao campus. Os estudantes interditaram o acesso de veículos e instalaram barracas de acampamentos no pátio da universidade. Com o reforço de professores e técnicos administrativos, o movimento ganhará o centro da cidade nesta quarta-feira(14).

“Vamos promover um ato público na Praça Brasil para explicar as nossas reivindicações e pedir o apoio da população ao abaixo-assinado cobrando a questão da Universidade Federal de Rondonópolis”, explicou o professor.

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