A Federação de Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) destacou que o setor de queijos no Estado vem despontando como um dos segmentos com maior potencial de crescimento dentro da cadeia de laticínios. O principal destaque é a mussarela, que representa cerca de 75% do volume total de queijos produzidos no Estado. Conforme a entidade, derivado consome aproximadamente 44% de todo o leite produzido em Mato Grosso, sendo estratégico para a indústria e fundamental na agregação de valor à matéria-prima local.
A combinação entre produção de leite, capacidade industrial, tradição artesanal e avanço em certificações pode ampliar mercados, fortalecer a renda no campo e impulsionar o desenvolvimento regional. A diversidade produtiva também se destaca, já que segundo a Federação, Mato Grosso produz mais de 30 tipos de queijos, que vão desde os artesanais, muitos deles certificados com o Selo Arte, até produtos fabricados em grande escala pela indústria.
Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado de Mato Grosso, Antonio Bornelli, o setor de queijos em Mato Grosso reúne características estratégicas que apontam para um cenário de crescimento sustentável. “Temos matéria-prima, capacidade industrial, tradição na produção industrial e artesanal e um mercado consumidor em expansão. O queijo é hoje uma das principais formas de agregação de valor ao leite produzido no estado”, destaca.
Mato Grosso detém atualmente o recorde do maior queijo frescal do Brasil, com mais de 3 mil quilos, produzido no município de Curvelândia. Além disso, por dois anos consecutivos, o setor se mobilizou para participar do Festival do Queijo de Mato Grosso.
Receba em seu WhatsApp informações publicadas em Só Notícias. Clique aqui.



