Economia

Presidente da CDL diz que comércio mantém cuidados para evitar lockdown em Lucas do Rio Verde

O presidente da  Câmara de Dirigentes Lojistas de Lucas do Rio Verde, Petronílio Souza, reforçou junto ao Comitê de Enfrentamento ao Covid a manutenção das restrições de aglomeração e higiene para evitar lockdown (fechamento da maioria do comércio). No município 35 pessoas já morreram vítimas da doença, nas últimas 24 horas mais 60 luverdenses foram infectados e o total de confirmações chegou a 2.567. No mesmo período, mais 70 se recuperaram e saltou para 1.450, o que corresponde a 56,4% do total.

“A gente descarregou aquela preocupação que estávamos com o Lockdown, como o prefeito já havia se posicionado que existe uma consciência por parte do poder público em não existir esse fechamento completo da cidade. Saio contente entendendo que o comércio não irá precisar fechar suas portas. Assumimos o compromisso de continuar com as orientações e agora mais intensificadas e pedimos para que as empresas reforcem os cuidados e para a sociedade também não só nos estabelecimentos, porém em todos os lugares”.

Na semana passada, o prefeito Luiz Binotti decretou que empresas e prestadores de serviços podem funcionar de domingo a quinta-feira até às 22 horas e de sexta-feira e sábado até às 23 horas, conforme alvará de cada estabelecimento. A venda de bebidas alcoólicas também está autorizada.

O toque de recolher passou a ser de domingo a quinta-feira, a partir das 22 horas até às 5 horas e na sexta-feira e sábado a partir das 23 horas até às 5 horas, com exceção de deslocamento justificado para acesso aos serviços essenciais ou estabelecimentos que funcionem em regime de horário especial.

Em Cuiabá e Várzea Grande, conforme Só Notícias já informou, juiz da Vara Estadual da Saúde Pública de Mato Grosso, José Luiz Leite Lindote, prorrogou por mais 14 dias a quarentena obrigatória nos municípios. Só podem continuar abertas empresas de 57 segmentos considerados essenciais, dentre eles hospitais, clínicas, postos de combustíveis, supermercados, farmácias, empresas de transportes, telefonia, distribuidoras de gás, dentre outras.

Só Notícias/David Murba (foto: assessoria)