domingo, 23/junho/2024
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Nortão: sindicatos entram em acordo e reajuste dos trabalhadores da indústria madeireira será de 5%

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Os sindicatos dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário da Região Norte (Siticom) e das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad) chegaram a um acordo e o reajuste dos trabalhadores do setor nos municípios de Sinop, Cláudia, Santa Carmem, Itaúba e União do Sul será de 5%. O percentual será pago retroativo a data de 1º de maio até 30 de abril de 2018. As entidades decidiram manter todas as cláusulas da convenção anterior e aprovaram o reajuste mínimo de 5%.

O Siticom representa cerca de cinco mil trabalhadores do setor madeireiro do Norte do Estado (madeireiras, serrarias, fábricas de compensados e carpintarias). O salário da categoria é dividido em quatro níveis. Os serventes e auxiliares passam a receber R$ 1.033,52; no nível 2, estão os ajudantes de operadores que com a remuneração atualizada foi para R$ 1.108,60, seguidos dos operadores que vão receber o piso de R$ 1.178,66 e o último nível que atinge a área administrativa e os motoristas com vencimentos mínimos de R$ 1.222,58.

As negociações começaram em maio, mas os sindicatos não chegavam a um acordo quanto ao percentual do reajuste. Inicialmente o sindicato dos empregados pediam 12% e o sindicato patronal oferecia 4,5%. Em uma segunda negociação, o Siticom baixou para 8% e o Sindusmad manteve a proposta inicial. No dia 11, os representantes dos empregados enviaram uma nova proposta pedindo 7,5%. Porém, ontem chegaram a um acordo nos 5% de reajuste.

O presidente do Siticon, Eder Pessine, declarou, ao Só Notícias, que “mesmo existindo uma expectativa de um reajuste maior, o acordo foi firmado por entender as dificuldade que o setor vem passando. O reajuste ficou um pouco acima da inflação, o que é um ganho real”.

A presidente da comissão trabalhista do Sindusmad, Sinara Tagliari, ressaltou a importância do acordo. “Chegamos a um consenso do índice de reajuste e ficou dentro da realidade do que o setor pode pagar nesse momento. Os trabalhadores terão um ganho real de 1% do INP (Índice Nacional de Preços ao Consumidor)".

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