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Vacinação contra febre aftosa começa na próxima semana em Mato Grosso

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Redação Só Notícias (foto: assessoria/arquivo)

A campanha de imunização contra febre aftosa será realizada de 1º a 31 de maio, em todas as regiões produtoras com exceção somente do rebanho do Baixo Pantanal. Os animais receberão pela primeira vez a vacina com a dose reduzida de 5 ml para 2 ml, conforme determinação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) após a realização de estudos técnicos que viabilizaram a retirada de alguns componentes. Nesta etapa, deverão receber a vacina bovinos e bubalinos de todas as idades.

A imunização contra febre aftosa é obrigatória em todo o território mato-grossense, inclusive nos municípios da região noroeste onde era previsto o fim da vacinação em maio, conforme era orientado para o Bloco I no Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA), mas a data foi prorrogada para novembro.

O presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC), Guilherme Linares Nolasco, destacou a importância do cumprimento das orientações dos órgãos de fiscalização para que o Brasil mantenha o status sanitário. “São 23 anos sem registro da doença em Mato Grosso e caminhamos para a retirada da vacina para obtenção do status de ‘país livre da aftosa sem vacinação’. Precisamos dar continuidade ao trabalho que executamos nos últimos anos e que tem aberto as portas de grandes mercados consumidores da nossa carne. Exportamos para quase 80 países e isso é resultado do empenho de todos os agentes evolvidos”, explicou, por meio da assessoria.

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso ainda não autorizou a venda das vacinas aos produtores, o que deve ocorrer na próxima semana. Em média, a vacina será comercializada por R$ 1,25 a unidade. Todas as doses comercializadas são registradas junto ao Indea.

A diminuição de 5 ml para 2 ml na dose da vacina contra febre aftosa foi definida no passado pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para reduzir os efeitos adversos da aplicação, como as reações vacinais (formação de caroços e inchaço). Após debates com o setor privado, ficou estabelecida a nova medida de 2 ml e a aplicação subcutânea.

Guilherme Linares Nolasco explicou que para reduzir a dose foi retirada da composição o antígeno do vírus tipo “C”, considerado exótico. “A nova dose é segura, mesmo com a retirada do antígeno e a troca do veículo para reduzir os riscos de reações nos animais. Todos os testes foram devidamente realizados e a nova fórmula foi regulamentada via por Instrução Normativa do Mapa”.

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