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Futebol e política…

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Ainda que os ânimos estejam à flor da pele por conta dos últimos acontecimentos na política local, é até divertido acompanhar o debate que ganha corpo a cada novo episódio nas tribunas e nos tribunais.

É natural que eleitos e eleitores, vitoriosos e derrotados expressem a alegria ou insatisfação com o resultado prático da pendenga de muitos meses, vários recursos e inúmeras insinuações; faz parte do jogo democrático onde nem sempre leva a melhor quem faz o melhor.

Dinâmica como só, a política partidária não se sustenta unicamente nos argumentos uma vez que o dito equivale ao não dito alguns minutos depois; dada a rapidez com que novos quadros se desenham.

Dos males o menor.

O maior é ignorar que Sinop não pode parar; que as diferenças de opinião podem e devem ser usadas na construção de uma política sólida de crescimento e nunca como apartheid que divide a cidade entre certos e errados; apaixonados por Sinop ou pelo carisma deste ou daquele político.

Por estas e tantas outras, Sinop está para a política o que o Brasil está para o futebol. Pelas arquibancadas, milhões de técnicos. Pelas ruas da cidade, milhares de palpiteiros e cientistas políticos; e me incluo.
 
Clayton Cruz é radialista em Sinop e editor do blog: imprensando.com.br

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