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Professores da Unemat e servidores do Detran aderem à greve geral contra reforma na Previdência

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Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo - atualizada 16:17h)

Professores da Universidade Estadual de Mato Grosso, aderiram à greve geral convocada para a próxima sexta-feira, pelas centrais sindicais. A pauta central tem a defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição, da Reforma da Previdência. As aulas serão retomadas na segunda-feira (17).

A decisão foi tomada na última sexta-feira, durante assembleia geral extraordinária, convocada pela Associação do Docentes da Unemat (Adunemat) para todos os campi. A greve geral que vem sendo cogitada desde o dia 1° de maio pelas Centrais Sindicais e movimentos sociais contrárias ao texto da Proposta de Emenda Constitucional, a aposentadoria por tempo de contribuição irá acabar e as mulheres serão obrigadas a se aposentarem com, no mínimo, 62 anos de idade, e os homens 65 anos. Além disso, o tempo mínimo de contribuição subirá de 15 anos para 20 anos e os trabalhadores vão receber menos, apenas 60% do valor do benefício será pago se a reforma for aprovada. Para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador terá de contribuir por pelo menos 40 anos.

Para a presidente da Adunemat, Sílvia Nunes, o motivo da greve geral é lutar contra a Reforma da Previdência. Segundo ela, a luta também é pela educação pública e gratuita que vem sendo realizada pelos governos federal e estadual. “Esse dia de greve é muito importante para mostrarmos ao governo federal, em específico, que conseguimos constituir uma greve unificada entre as centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais para lutar contra esses ataques a aposentadoria e a educação” reafirmou a presidente, por meio da assessoria.

Os servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) também aderiram e vão parar na 6ª. “A reforma da Previdência representa o desmonte da previdência no Brasil e atinge a todos os trabalhadores. Em todas as regiões do país as mais diversas categorias já decidiram que vão paralisar suas atividades. Dia 14 é dia de ir pra rua defendermos a nossa aposentadoria e o conjunto de nossos direitos”, avalia a presidente do sindicato dos servidores, Daiane Renner.

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