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Colíder rejeita classificação apresentada no projeto de zoneamento

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A sociedade de Colíder está engajada na discussão sobre o zoneamento sócio-econômico e ambiental de Mato Grosso. Recentemente, em um seminário realizado na Unemat, mais de 30 segmentos e entidades representativas estiveram presentes, debatendo as 90 diretrizes do projeto de lei do zoneamento que afetam a região.

Pecuaristas, trabalhadores rurais, comerciantes, professores, funcionários públicos, todos se mostraram preocupados com o zoneamento, que diz respeito de todos na definição das políticas públicas. “A categoria que está colocada nossa região, não condiz com a nossa realidade, que é a área de reordenamento de manejo. É necessário que seja feito esse reordenamento, porém o Estado precisa reconhecer que essa região já em franco desenvolvimento, com mais de 30 anos de ocupação, no mínimo é uma área a consolidar”, destacou o secretário de Gestão Pública Cláudio Scalon, que encabeçou a comissão responsável pelas discussões do zoneamento em Colíder.

Segundo ele, com a mudança de categoria que está se propondo, será possível uma flexibilização das áreas de reserva, que hoje é de 80% porque a região faz parte do bioma amazônico e que poderá passar para 50%, questão que interessa a todos que estão trabalhando no agronegócio ou na agricultura familiar.

No dia 09, será realizada a grande audiência pública de Alta Floresta, envolvendo 15 municípios da região. “Vamos ter um grande debate e uma resistência da nossa região, para que a gente mude essa classificação que o zoneamento está apontando para a nossa região”, disse Scalon.

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