A empresa emitiu uma nota em que afirma interesse na elucidação das denúncias apontadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal em operação deflagrada, ontem, contra fraude no processo licitatório e outros crimes ocorridos durante a escolha e execução do modal.
De acordo com a empresa, a assessoria jurídica recebeu o conteúdo da Justiça Federal no final da tarde e se concentra na análise. Entretanto, aponta que segue com o propósito de implantação do modal e que irá contribuir para retomada das obras.
A operação Descarrilho cumpriu 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Petrópolis, São Paulo, Curitiba, e condução coercitiva contra o ex-titular da extinta Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) Maurício Guimarães.
Segundo o MPF, o Estado adquiriu mais vagões do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) do que o necessário, para garantir o pagamento da propina de R$ 18 milhões acertada entre o ex-governador Silval Barbosa e o Consórcio VLT. Além de fraude, operação acusa os envolvidos de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais.


